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Honda City

Versões City

City

DX

Resumo

Motor 1.5 16 válvulas, com câmbio manual de cinco marchas, ar-condicionado manual, vidros, travas e retrovisores elétricos. Airbag duplo,

City

Personal

Resumo

Versão básica com motor 1.5 16 válvulas e câmbio CVT. Traz o básico em equipamentos e as rodas são de aço.

City

LX

Resumo

Mesmo conjunto mecânico que o City Personal acrescenta rodas de liga-leve.

City

EX

Resumo

Vem com câmbio CVT com 7 marchas, ar-condicionado digital, kit multimídia, quatro airbags, assistente de partida em rampas e controle de tração e estabilidade.

City

EXL

Resumo

Mesmo conjunto mecânico do City EX, acrescenta piloto automático, ar-condicionado digital,rebatimento elétrico dos retrovisores, bancos em couro e conta com seis airbags.

Resumo City:

Sedan compacto da montadora, o Honda City vem caindo em vendas, mas o sedan tem a seu favor uma mecânica confiável e barata de manter com seu motor 1.5 e câmbio manual (versão de entrada) e automático nas demais, está disponível em 5 versões.

A identidade da Honda nos seus sedans segue um mesmo estilo, com o Honda City parecendo um Honda Civic pequeno e o Honda Accord com aparência de um Honda Civic grande. Na dianteira também tem a identidade da marca com a grande borda cromada acima da saída de ar, o para-choque com o spoiler na parte inferior e aí acabam as mudanças no visual que teve esta geração na remodelação. Mas no geral, o design agrada, tem porte de sedan médio e o estilo é o que menos parece envelhecer, as novas lanternas traseiras com guias em LED e o para-choque maior também ajudam o design do Honda City sobreviver entre os novos sedans compactos.

O conjunto mecânico do Honda City é todo herdado do seu irmão Honda Fit que cede também a plataforma e que entrega bom rendimento para o carro. O motor é o conhecido e confiável 1.5 com 16 válvulas e 116 cavalos de potência com câmbio manual de cinco marchas na versão DX, com o bom CVT da Honda nas versões Personal, LX e EX e com o mesmo câmbio CVT, mas com o padlle shift que simula sete marchas na versão EXL.

O desempenho condiz com a proposta de sedan compacto, o Honda City acelera de 0 a 100 km/hora em 11,3 segundos e velocidade máxima de 175 km/hora. O consumo também não é um espetáculo nem uma tragédia, quando abastecido com gasolina roda na cidade 12,3 km/litro e 14,5 na estrada, já com etanol ele faz 8,5 km/litro na cidade e 10,3 km/litro na estrada.

O Honda City tem uma boa posição para dirigir com volante com regulagem de altura e profundidade em todas as versões. O carro tem um rodar mais duro provocado pela suspensão que foi ajustada e ficou mais estável, mas consequentemente mais rígida, o motor responde bem, mas nas acelerações fica um pouco para trás de alguns concorrentes que já são oferecidos com motores mais modernos e alguns inclusive com turbo.

Apesar do projeto antigo do Honda City entre os sedans compactos, ele é o que tem o maior espaço interno podendo ser comparado neste quesito com sedans médios, até mesmo com o próprio Honda Civic. O acabamento é sóbrio, com excesso de plástico, mas muito bem ajustado passando boa impressão, o porta-malas é grande também sendo um dos maiores da categoria com 536 litros. Viajam bem quatro passageiros e até um quinto vai mais confortável do que nos seus concorrentes.

Se você quer partida por botão e outros itens que já nem são tão exclusivos assim, teria que esperar o Honda City 2021 que esperamos que chegue mais moderno e condizente com os equipamentos que seus concorrentes têm oferecido no mercado brasileiro. Atualmente a versão mais completa, a EXL tem preço que o faz concorrer com sedans médios e vem com piloto automático, ar-condicionado digital, rodas de liga leve aro 16 e rebatimento elétrico dos retrovisores. Na EX a lista de equipamentos é bem parecida, mas sem os bancos em couro e o rebatimento dos retrovisores, e na LX as rodas são aro 15. Já as duas versões básicas tem só o ar-condicionado manual, vidros, retrovisores e travas elétricas e a direção elétrica progressiva que está em todas as versões.

O painel é bem simples, todo analógico, seguindo o padrão de carros mais antigos, com o velocímetro no meio, conta giros à esquerda e mostradores de temperatura, consumo e indicações do computador em uma pequena tela à direita. O Honda City ainda preserva a iluminação comum de carros fabricados há mais de dez anos ou carros mais baratos em baixa resolução. A central multimídia foi substituída e agora já vem com espalhamento para celulares, mas na usabilidade fica devendo melhorar a agilidade para o toque e ela só está disponível nas versões EX e EXL, tem a vantagem de trazer o GPS integrado, mas não tem carregamento para celulares por indução.

Em todas as versões o Honda City vem com os itens obrigatórios de segurança, dois airbags, ganchos Isofix, freios ABS, além disto, o apoio de cabeça e cinto de segurança de três pontos para todos os passageiros e a boa estrutura de carroceria com nota 5 para adultos e 4 para crianças nos testes da Latin Cap. Falta controle de estabilidade e tração que já é obrigatório no Brasil para projetos novos e que será obrigatório para todos os carros a partir de 2022. O plus fica por conta dos airbags que são 4 na versão EX e 6 na versão EXL.

Os concorrentes do Honda City são muito mais modernos, o que tem acontecido com a linha Honda, em geral. O carro vem para o que a Honda pensa para este mercado de sedans compactos com um motor razoável no desempenho e econômico. Também mais bem equipados os concorrentes Volkwagen Virtus, Fiat Cronos, Toyota Yaris e até o Novo Onix Plus que não entrava no mercado de sedan premium na sua antiga geração entregam mais ou menos o mesmo desempenho e tampouco são carros gastões. Também joga contra o Honda City as revisões de 40.000 e 60.000 de motores mais antigos, como o do Honda City, que são muito mais caras que as dos concorrentes. A favor o Honda City tem a mecânica confiável da Honda e o espaço interno bastante melhor que de seus concorrentes.

Perguntas Frequentes (FAQ)

O consumo do Honda City é de 12,3 km/litro na cidade e 14,5 km/litro na estrada com gasolina. Com álcool o consumo é de 8,5 km/litro na cidade e 10,3 km/litro na estrada.

O Honda City tem 116 cavalos de potência máxima alcançando a velocidade máxima de 175 km/hora e acelerando de 0 a 100 km/hora em 11,3 segundos.

O Honda City é comercializado a partir de R$ 65.800,00, em sua versão de entrada, o Honda City DX manual, até R$ 90.000,00, na versão topo de linha, o Honda City EXL CVT.