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Toyota Hilux cabine dupla

Versões Hilux cabine dupla

Hilux cabine dupla

SR 4x2 Man Flex

Resumo

Versão de entrada com motor 2.7 flex, câmbio automático de manual de marchas, traz vidros elétricos, ar-condicionado e controle de estabilidade e tração.

Hilux cabine dupla

SR 4x2 Aut Flex

Resumo

Versão de entrada com motor 2.7 flex, câmbio automático de seis marchas, traz vidros elétricos, ar-condicionado e controle de estabilidade e tração.

Hilux cabine dupla

SRV 4x2 Aut Flex

Resumo

Versão intermediária, traz os mesmos equipamentos e conjunto mecânico da SR 2.7 flex, mas acrescenta kit multimídia.

Hilux cabine dupla

SRV 4x4 Aut Flex

Resumo

Idêntica à versão SRV 4x2, mas vem com a tração 4x4 com redutor.

Hilux cabine dupla

STD Power pack 4x4 Man Diesel

Resumo

Versão de entrada com motor 2.8 turbodiesel, câmbio manual de marchas e tração 4x4 traz vidros elétricos, ar-condicionado e controle de estabilidade e tração.

Hilux cabine dupla

SR 4x4 Aut Diesel

Resumo

Mesmos equipamentos da STD Power Pack, mas vem com o câmbio automático de 6 marchas.

Hilux cabine dupla

SRV 4x4 Aut Diesel

Resumo

Versão intermediária, traz os mesmos equipamentos e conjunto mecânico da SR 2.8 diesel 4x4, mas acrescenta kit multimídia.

Hilux cabine dupla

GR-S 4x4 Aut Diesel

Resumo

Mesma lista de equipamentos de conforto e mecânica da versão SRX 4x4 2.8 Flex, mas tem a suspensão ajustada para uso mais esportivo e trilhas mais pesadas.

Hilux cabine dupla

SRX 4x4 Aut Diesel

Resumo

Versão topo de linha com e mesmo conjunto mecânico da SRV 2.8 diesel, tem acabamento superior e o câmbio tem aletas no volante para a mudança das marchas.

Resumo Hilux cabine dupla:

Picape média mais vendida no Brasil, o Toyota Hilux Cabine Dupla tem 9 versões, 4 delas com motor 2.7 flex, sendo a topo de linha com tração 4x4 e 5 com o motor 2.8 turbodiesel e tração integral, em ambas motorizações, a versão de entrada tem câmbio manual.

As carrocerias da pick-up tendem a ser bastante parecidas entre si, principalmente no perfil lateral. Não há muito a distinguir ou apontar do Hilux a esse respeito. O capô, que foi completamente remodelado em 2018, traz um pouco mais de identidade a algumas versões topo de linha, mas não as diferenciam muito. Além de uma curva aerodinâmica muito leve em direção à frente, as linhas gerais dão uma aparência sólida e robusta, seguindo o que que é comum para o segmento.

A Hilux está disponível em dois motores. O 2.7 com 16 válvulas e 163 cavalos de potência pode ser encontradas nas versões SR com tração 4X2 e câmbio manual de cinco marchas ou câmbio automático de seis marchas e na SRV com tração 4X2 ou 4X4 sempre com câmbio automático de seis marchas. Também é comercializada com o motor a diesel 2.8 turbo com 16 válvulas que entrega 177 cavalos de potência à Hillux e é compartilhada com a Toyota SW4. Esta motorização está disponível nas versões de cabine simples com caçamba ou com chassi, com tração 4X2 e câmbio manual de seis marchas, e nas versões STD Power com tração 4X4 e o mesmo câmbio, além das SR, SRV, SRX e GR-S todas com câmbio automático de seis marchas e tração 4X4.

Com o motor 2.8, a aceleração de O a 100 km/hora é alcançada em cerca de 12,5 segundos e a velocidade máxima é de 165 km/hora. O valor não é ruim para o peso da pick-up, mas mostra a menor potência desses 177 cavalos em comparação com os motores do Ranger e do S10. Com este motor ela atinge a velocidade máxima de 177 km/hora. E a média consumo na cidade é 9 km/litro e na estrada 10,5 km/litro. Como motor flex 2.7, o desempenho e o consumo da Hilux é bastante tímido levando longos 15 segundos para acelerar de 0 a 100 km/hora e atingindo velocidade máxima de 165 km/hora, a diferença de preço para a compra dela logo é cobrada no posto de gasolina, abastecida com etanol ela roda 4,8 km/litro na cidade e 5,6 km/litro na estrada e com gasolina estes números sobem um pouquinho para 6,9 e 8,1 km/litro, respectivamente na cidade e estrada.

A Hilux se adapta perfeitamente para rodar na cidade, graças a um motor silencioso que quase não vibra e a um ótimo isolamento acústico da cabine. Barras e suspensões, naturalmente são preparados para lidar com terreno offroad, respondem bem para suavizar os buracos, embora a S10, Frontier e Amarok lançaram uma ainda mais suave e agradável a este respeito. Na direção rápida, a Hilux se destaca por sua estabilidade e firmeza. Você pode fazer curvas em alta velocidade sem mover o cabelo, graças a um baixo centro de gravidade e uma direção ágil e poderosa, projetada para você ter controle absoluto nessas condições. É na condução offroad onde o Hilux realmente brilha. Nesse aspecto, você sente a extraordinária robustez do chassi, que permite mover-se de ambos os lados como um tanque comedor de obstáculos. Adicionado a esse recurso, há boas configurações 4x4 que monitoram e gerenciam a aderência, como controle de tração ativo e bloqueio do diferencial traseiro. O modo "power" é uma configuração eletrônica que melhora a resposta do acelerador, com torque imediato, o que garante diversão total.

A cabine dupla é ampla e espaçosa. Os bancos traseiros têm espaço suficiente para os ocupantes viajarem confortavelmente. A posição para dirigir é alta, mas ajustável em altura a partir da versão SR, não apenas do banco, mas também do volante, que pode ser ajustado em altura e profundidade. O design do banco é confortável e ergonômico; nas versões topo de linha são aquecidos e com regulagem elétrica. O painel de instrumentos tem um design sóbrio, mas estilizado, com plásticos de bom toque e uma qualidade de acabamento melhoradas significativamente em relação à geração anterior da Hilux. Não é um luxo, mas oferece uma sensação ideal entre modernidade e funcionalidade.

As versões SRV, SRX e GS-R vêm muito bem equipadas. As duas últimas oferecem exclusivamente o sistema inteligente partida por botão, além de outros detalhes menores, como vidros elétricos one-touch nas quatro janelas. Juntas, as funções de controle de velocidade de cruzeiro, modos predefinidos "Eco" (economia de combustível) e "Power", sistema de transmissão manual inteligente (nas versões com câmbio manual) e seletor de tração destacam-se como acessórios de conforto e direção (nas versões 4x4), além do computador de bordo e controle automático de temperatura. A versão básica tem muito pouco: ar condicionado manual, porta-luvas com chave, esse tipo de coisa bastante simplista.

O painel apresenta um design impressionante com ponteiros e iluminação branca nos quadrantes. Os indicadores são os mesmos de sempre: velocímetro, tacômetro, temperatura da água do motor e nível de combustível. A tela central de quatro polegadas com computador de bordo se destaca por seu alto nível de detalhes informativos. Mostra consumo, GPS , transmissão e até dados de áudio. Seguindo o padrão, o sistema multimídia é tem uma tela sensível ao toque de 7 polegadas que exibe informações de GPS, câmera de backup e todas as opções de áudio e conectividade. A interface é um pouco confusa e lenta, e agora é compatível com o Apple CarPlay ou o Android Auto.

Embora em algumas versões baixas faltem equipamentos de segurança, a Hilux representa o bom padrão de segurança adotado recentemente pela Toyota. Isso inclui: 7 airbags, freios ABS com EBD, controle de tração, controle de estabilidade, controle de tração ativo, assistente de partida e descida em terrenos íngremes, bloqueio do diferencial traseiro, faróis de neblina e ganchos isofix nas versões topo de linha.

O sucesso sustentado pela Hilux está no contexto da ascensão Toyota. Sediada no país há pouco mais de 20 anos, tornou-se a montadora mais poderosa do Brasil, que atingiu o pico em 2018, colocando Hilux e Corolla no topo das vendas. Os motivos se devem a decisões estratégicas e a uma cultura de negócios diferente, que destaca o serviço pós-venda. Mesmo assim, pode surpreender que um veículo relativamente caro e, a priori, projetado para tarefas bastante específicas, seja tão vendido. Talvez o motivo seja muito simples: nós brasileiros gostamos muito de pick-ups. Se dermos essa razão como válida, o fenômeno Hilux se tornará mais compreensível. Não possui o motor mais potente do mercado, mas suas excelentes sensações de direção, sua enorme confiabilidade e a grande variedade de versões (existem Hilux para todos os gostos) lhe conferem uma reputação quase indestrutível. Mas, afinal, o atributo mais eficaz - uma que muitas vezes têm carros da Toyota - é a versatilidade. A Hilux é simultaneamente um eficiente SUV um tremendo veículo para o trabalho, um carro de corrida na estrada e também um carro confortável para passageiros e família.

Perguntas Frequentes (FAQ)

O consumo do Hilux Cabine Dupla 2.7 flex é de 6,9 km/litro na cidade e 8,1 km/litro na estrada com gasolina. Com álcool, o consumo é de 4,8 km/litro na cidade e 5,6 km/litro na estrada.

O Toyota Hilux 2.8 turbodiesel tem 177 cavalos de potência máxima alcançando a velocidade máxima de 168 km/hora e acelerando de 0 a 100 km/hora em 12,5 segundos.

O Toyota Hilux Cabine Dupla é comercializado a partir de R$ 200.780,00 em sua versão de entrada, o Toyota Hilux SR 4x2 MT 2.7 flex, até R$ 227.900,00, na versão topo de linha, o Hilux GR-S 4x4 2.8 turbodiesel AT.